terça-feira, janeiro 30, 2007

Barack Obama – O 1º presidente negro dos EUA?

Não será a primeira tentativa, mas está parece ser a mais forte investida de um político afro-americano em direção a Casa Branca. O senador democrata pelo estado de Illinois, Barack Obama, terá que vencer a também senador e ex-primeira-dama Hilary Clinton na disputa pela cadeira de George W. Bush. Apenas a ativista negra, Ângela Davis, conseguiu ser submetida as urnas através do Partido Comunista dos Estados Unidos. O pastor Jesse Jackson sempre foi o grande nome para representar os negros nos Estados Unidos, mas sempre foi preterido.
Obama nasceu no dia 4 de agosto de 1961, no Havaí, em Keyne, filho de um diplomata. Freqüentou os melhores colégios, sempre vivendo em várias partes do mundo por causa da profissão do pai. Destacou-se politicamente como um advogado defensor de causas humanitárias e pelos direitos civis, especialista em direito constitucional, formado por Harvard. É extremamente querido pela mídia.
Mas enfrentará Hilary Clinton, que dizem alguns analistas, é mais forte e implacável que o ex-presidente Bill Clinton, entretanto carecendo de carisma político. Além disto, ela tem um forte poderio econômico de grupos financeiros interessados na volta do esquema dos oitos anos Clinton, de extremo desenvolvimento econômico.
Para nós, negros brasileiros, a eleição de Obama mudará pouco nossas vidas. Nem acredito que a eleição de um presidente afro-brasileiros seria a solução para eliminação das desigualdades raciais no país. O problema é muito mais profundo, e necessita que um programa nacional sério, de longo prazo, para que tenhamos no futuro negros e brancos no mesmo patamar social.
Entretanto, se o senador Obama vencer as primárias do Partido Democrata e passar o candidato dos Republicanos, que pode ser a também negra Condolezza Rice, tornará um ícone mundial. Será o presidente do país mais poderoso do mundo, inspirando que jovens negros em todo o mundo sonhem em alçar maiores vôos. Também será um recado para os políticos brasileiros, que em geral, sem exceção mantém em suas presidências e direções uma só etnia.É incrível, o Brasil não tenha vergonha de se olhar no espelho e achar normal, que sejam raros os prefeitos, governadores, senadores e deputados negros.
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4 comentários:

Anônimo disse...

A plutocracia americana, idiotizada, ideofrênica, paranóica, "kukluskanizada", vampiresca, não admitirá um negro presidente dos EUA... A não ser na qualidade de escravo. A "Bad Blond", sim!

Dna disse...

Vamos com calma. Moro em NY ha quase 5 anos. O clima aqui nos EU esta favoravel para os Democratas. Obama tem o voto dos latinos, negros e acredite, de muita mulher branca. Estou confiante que ele pode ganhar as primarias e por que nao as eleicoes. Acredito que os EU estar mais preparado para um presidente negro do que para uma mulher branca. A condicao de mulher aqui, ainda 'e muito subjulgada.

adriano carão disse...

tenho, na verdade, um certo "medo" di qi barack gãe, porqe isso talvez ajudasse na diplomacia com os país africano, onde os EUA tão pretendeno enfiah suas garra mais decididamente em busca di suas riqeza. além do qe, aumentaria o mito do país da liberdade e tod'essas istória indiota qi a gente aprende com o cinema e os quadrinhos deles. e acho qi isso nun ia mudah quaz nada pros nêgo estadunidense, pois ele só seria um. não me sai da cabeça a introdução ao filme "Fahrenheit 11/09", onde se vê cuma os não-branco são respeitado nos EUA... essa istória di servih di espei nun me convence muito. acho qi bem mioh espei seria um nêgo participano di guerrilha e tomano o pudeh. sugiro, com a licença do dono do blog, novamente, meu qilomblog:
http://grouchocarao.blogspot.com
axé.

esfinge 83 disse...

Realmente o fato de ter um presidente negro tentando adentrar a casa branca, já é um fato muito relevante, haja vista q os negros sempre foram subjugados e tolhidos de qualquer forma de manifestação/participação, inclusive a política. Mas não vamos esquecer q Obama não tem um histórico de vida comum a grande (total)maioria de negros e negras. Afinal, poucos negros e negras vem de uma família q tem um pai diplomata e ou uma invejada formação em Harvard